ALEMÃES INVENTAM BRAÇO ROBÔ E INICIAM A SKYNET


Para quem nunca assistiu a nenhum dos filmes da trilogia Exterminador do Futuro (procure/alugue agora!), eis um breve resumo: um sistema de inteligência artificial militar toma conta de todos os computadores do planeta e tenta aniquilar a humanidade.

Em um dos filmes, o protagonista John Connor destrói um braço de metal que daria origem, no futuro, a um dos robôs que volta no passado para matá-lo. Eis que essa semana, agora de volta ao mundo real, um instituto alemão anuncia a criação de exatamente isso: um braço robô resistente a impactos.

Criado pelo Instituto de Robótica e Mecatrônica do Centro Aeroespacial Alemão, o braço é feito para suportar impactos de até 66G, onde G é a constante gravitacional universal. Para efeitos de comparação, o máximo que o corpo humano consegue sustentar é um impacto de 40G e isso na vertical. O braço consegue essa resistência toda porque os responsáveis pelo projeto decidiram usar cinco dedos articulados e interligados por 38 tendões, cada um deles conectados a um motor no antebraço. Por isso, é possível controlar a sua resistência ao contrair e relaxar os tendões com os motores.

Veja abaixo um vídeo que demonstra como são os movimentos do braço e alguns testes com um martelo e uma barra metálica.

CRIANÇAS DIGITIAS X EDUCAÇÃO DIGITAL


Uma pesquisa realizada pela AVG Technologies afirma que 69% das crianças aprendem primeiro a usar um computador antes de atividades comuns como amarrar um sapato.

A pesquisa, realizada no final de 2010, entrevistou mais de 2200 mães com acesso à internet e que possuíam filhos em idades entre 2 e 5 anos.

Com as mudanças no cenário da educação infantil em comparação a 30 anos atrás, nota-se que as crianças hoje aprendem mais com a tecnologia do que com atividades comuns delineando assim um novo formato para a nossas crianças, pois estas já nascem “plugadas”.

A pesquisa observou que filhos de mães com mais de 35 anos (40%) já sabiam escrever o próprio nome, enquanto filhos de mães com menos de 34 anos (35%) não sabiam escrever.

Hoje 58% das crianças sabem jogar jogos no computador, porém apenas 20% sabem nadar ou andar de bicicleta (43%).

Entre os entrevistados, apenas 9% afirmou saber amarrar um tênis ou sapato. Mas 19% não tiveram problemas em utilizar aplicativos em smartphones.

Especialistas observam que ter esses conhecimentos em informática será bom para as crianças no futuro, mas ressaltam a importância de monitorar o uso do computador para evitar um aumento na violência – em casos onde pais não controlam a privacidade das informações que os filhos circulam na internet -, e de possíveis problemas de convívio social.

Embora 28% dos meninos e 29% das meninas soubessem realizar uma chamada pelo celular, somente 20% deles sabia utilizar o telefone 911 para casos de emergência.

Percebemos na pesquisa que a tecnologia tem ajudado no aprender, mas se não for bem orientada ela pode não ser assim tão boa. As novas ferramentas tecnológica necessitam de orientação e boa utilização para que os pais não prejudiquem a educação dos filhos.

 São justamente nestes critérios que a robótica educacional ganha pontos, pois ela incentiva o trabalho em grupo e faz uso da prática para a construção do saber, sem falar da relação interdisciplinar que é largamente utilizada. Esta pesquisa mostra que a robótica pedagógica esta no caminho certo no que se diz respeito à educação tecnológica.

Mesmo assim mostra que os pais possuem um papel fundamental na educação dos filhos, pois não aprendemos amarrar os sapatos, andar de bicicleta ou ligar para a emergência (911) com o computador ou na escola.

 Texto adaptado de Monica Campi, de INFO Online

TREINAMENTO EM ROBÓTICA


O sistema de treinamento em robótica ED-7220C é baseado em um sistema de cinco articulações que é bastante popular na indústria. Portanto, a experiência obtida através dos experimentos usando o ED-7220C pode ser diretamente aplicado nas necessidades reais da indústria.
O movimento de cada articulação do robô é executada por um servo motor DC com um encoder rotativo incorporado. A detecção da sobrecarga e os controles são gerenciados por um microprocessador.
O ED-7220C foi projetado de tal forma o mecanismo de engrenagem principal, incluindo as correias, é exposto ao usuário para possibilitar uma observação visual. Além disso, o robô foi projetado para manter a garra fechada mesmo que a articulação do cotovelo e a articulação do ombro estejam em movimento.
Com a incorporação de opcionais adequados, o robô pode executar movimentos próprios controlados. Esta aplicação é importante na simulação de linhas de montagem automatizadas.
O controle do robô pode ser feito através da interface RS-232 de um PC compatível com o padrão IBM e com o uso de comandos baseados na linguagem C. Os comandos usados são os comandos ED-72 ROBO. Um Programador Manual é fornecido como um dispositivo de controle remoto

O SERVO MOTOR POR DENTRO


Servo Motores são dispositivos de malha fechada, ou seja: Recebem um sinal de controle; verificam a posição atual; atuam no sistema indo para a posição desejada.

Em contraste com os motores contínuos que giram indefinidamente, o eixo dos servo motores possui a liberdade de apenas cerca de 180º graus mas são precisos quanto a posição.

Para isso possuem três componentes básicos, ilustrados na Imagem.

Sistema Atuador – O sistema atuador é constituído por um motor elétrico, embora também possa encontrar servos com motores de corrente alternada, a maioria utiliza motores de corrente contínua. Também está presente um conjunto de engrenagens que forma uma caixa de redução com uma relação bem longa o que ajuda a amplificar o torque.

A tamanho, torque e velocidade do motor, material das engrenagens, liberdade de giro do eixo e consumo são características-chave para especificação de servo motores.

Sensor – O sensor normalmente é um potenciômetro solidário ao eixo do servo. O valor de sua resistência elétrica indica a posição angular em que se encontra o eixo. A qualidade desse vai interferir na precisão, estabilidade e vida útil do servo motor.

Circuito de Controle – O circuito de controle é formado por componentes eletrônicos discretos ou circuitos integrados e geralmente é composto por um oscilador e um controlador PID (Controle proporcional integrativo e derivativo) que recebe um sinal do sensor (posição do eixo) e o sinal de controle e aciona o motor no sentido necessário para posicionar o eixo na posição desejada.

Sinal de controle dos Servo Motores

Servos possuem três fios de interface, dois para alimentação e um para o sinal de controle. O sinal de controle utiliza o protocolo PWM (modulação por largura de pulso) que possui três características básicas: Largura mínima, largura máxima e taxa de repetição.

A largura do pulso de controle determinará a posição do eixo:

– largura máxima equivale ao deslocamento do eixo em + 90º da posição central;

– largura mínima equivale ao deslocamento do eixo em -90º;

– demais larguras determinam a posição proporcionalmente. O pulso de controle pode ser visto na ilustração sobre sinais de controle de servo motores:

ENSINANDO TECNOLOGIA


 

 

 

                Newton C. Braga

 

 

As escolas do mundo inteiro estão descobrindo que ensinar tecnologia é algo de vital importância para a preparação do futuro de nossos cidadãos. Mais do que isso, as escolas, depois de uma breve temporada em que elas acreditavam que ensinar tecnologia significava ensinar a usar o computador acessando a Internet, descobriram que estavam erradas. Ensinar tecnologia é muito mais do que ensinar a surfar na Internet. Ensinar tecnologia é ensinar como as coisas que usam tecnologia no mundo que nos cerca funcionam, como usá-las, e tornar capaz de montar coisas semelhantes, num grau de sofisticação menor. Em outras palavras, ensinar tecnologia significa ensinar fundamentos da eletrônica, mecânica, informática e da mecatrônica de uma forma prática e acessível. Indo um pouco além, não defendemos apenas a idéia de se ensinar tecnologia para entender como as coisas do nosso mundo real funcionam. Mais do que isso, defendemos a idéia de que podemos usar a tecnologia para entender melhor outras ciências do currículo do ensino fundamental e médio. A tecnologia pode ter projetos que funcionem como temas transversais de diversas disciplinas como a física, biologia, química e até mesmo as ciências humanas. Por tecnologia entendemos o ensino da eletrônica básica, mecânica e informática e da mecatrônica (que abrange a robótica) e que podem ainda contar com apoio de outras tecnologias modernas como a ciência da computação e a própria inteligência artificial. Isso torna o computador não só o centro da tecnologia nas escolas, mas uma ferramenta muito importante para seu aprendizado.
A Mecatrônica é fruto da união da eletrônica com a mecânica, além de outras tecnologias. Muitas pessoas são tentadas a associar a mecatrônica somente à robótica. Essas pessoas não estão totalmente erradas. A Robótica é um ramo da mecatrônica e no próprio meio industrial utiliza-se o termo “automação industrial” para sua designação. E é claro, continuando com a abordagem do problema, vemos que o uso da mecatrônica nas escolas não significa apenas ensinar a construir robôs ou braços mecânicos e muito menos controlar dispositivos pré-fabricados pelos computadores. Existe muito mais que pode ser feito para se usar tecnologia no ensino. Existe uma enorme gama de atividades que podem ser incluídas no currículo escolar para ensinar tecnologia e uni-la com temas de outras ciências, os chamados “temas transversais”.   
Partindo dos fundamentos da eletrônica e unindo estes conhecimentos à mecânica, podemos construir uma boa quantidade de projetos, dos mais simples aos mais complexos, que podem ser usados, não apenas para ensinar tecnologia, mas como apoio ou tema transversal de outras ciências. Isso é que entendemos por ensinar e usar tecnologia nas escolas de nível fundamental e médio. É o que estamos descobrindo em nosso país, principalmente com as recomendações dos PCNs, e também em outros países onde a mesma abordagem está sendo adotada. Temas transversais unindo tecnologia com ciências como a física, biologia, química e mesmo as ciências humanas estão sendo recomendados nas grades curriculares de diversos níveis.
Mas, o que realmente podemos ensinar em termos de tecnologia nas escolas de nível fundamental e médio? Como obter vantagens da introdução da eletrônica e mecatrônica em sua forma básica nas escolas de nível fundamental e médio? Ensinar como soldar, como fazer montagens simples usando componentes comuns, como ler diagramas, tudo isso baseado numa “tecnologia intermediária” permite preencher o vazio que existe no currículo de ciências das escolas do Brasil e de muitos outros países.
De fato, a física tradicional, como estudada hoje nas escolas, termina onde a eletrônica de 60 anos atrás começa. A tecnologia que os estudantes de engenharia encontrarão nos seus estudos nada tem a ver com a eletrônica de 60 anos atrás e muito menos com a física. Salta-se da tecnologia do resistor e do capacitor do curso médio para a tecnologia do circuito integrado, do microprocessador e do microcontrolador sem passar pela tecnologia intermediária dos diodos, transistores, e outros dispositivos de estado sólido.
A engenharia tem de preencher uma lacuna que poderia não existir se essa tecnologia fosse introduzida, mesmo que de forma superficial, nas escolas de nível fundamental e médio. Os estudantes (e mesmo professores) não sabem como simples utilidades domésticas funcionam, mesmo o fundamental, e a maior parte dessas pessoas não consegue usar uma boa parte das suas funções. Você sabe usar todas as funções do controle remoto de sua TV?
Uma pesquisa recente mostrou que uma boa parte dos acidentes que ocorrem com utilidades domésticas comuns poderia ser evitada se as pessoas envolvidas soubessem um mínimo de seu princípio de funcionamento. Por isso, conhecer tecnologia básica não é apenas uma necessidade para se enfrentar uma carreira profissional no futuro, é também uma questão de segurança! Aprendendo como um transistor funciona é mais fácil entender o que é um circuito integrado e a partir daí, para chegar ao funcionamento de um computador é apenas um pequeno salto.
Entendemos por tecnologia intermediária aquela que usa componentes que são mais avançados que os componentes passivos (resistores, capacitores, etc.) da física do nível médio, mas menos complexos que os microprocessadores e DSPs de computadores e telefones celulares que contém milhões de funções. É a tecnologia do componente discreto como o transistor, o diodo, SCR, LED e outros que tem a grande vantagem de ser acessível a todos com um mínimo de conhecimento, ferramentas e não exige uma habilidade fora do comum para poder ser usada em montagens. Muito pelo contrário, é facilmente manuseada por qualquer um, mesmo pelos estudantes do ensino fundamental e médio. Transistores, SCRs, diodos, resistores, capacitores, LEDs, etc. podem ser manuseados com facilidade e a partir disso, pode servir para a realização de montagens que desenvolvem habilidades, revelam vocações e muito mais que isso: mantém aguçada a coordenação motora fina que nossos estudantes estão perdendo.
O medo é justificado, mas fazer montagens é muito mais simples do que muitos pensam. Alunos da sétima série do nível fundamental aprendem facilmente a usar um soldador para surpresa dos professores que têm medo, já que nunca usaram esta ferramenta! Desenvolver habilidades, revelar vocações, unir a tecnologia com as ciências com temas cruzados, promover o uso das mãos mantendo a habilidade de manusear pequenos objetos é justamente o que propomos com nosso método. Para os educadores daremos as ferramentas que permitirão que eles usem a tecnologia nas suas aulas, e para os alunos uma coletânea de projetos que podem ser usados nas aulas, em trabalhos de pesquisa, em feiras de ciências e muito mais.

CURSO DE ROBÓTICA AQUÁTICA- ROV


Desde o final dos anos 90 o mercado de exploração do petróleo tem sido uma das principais fontes de investimento e desenvolvimento de novas tecnologias no Brasil. Nesse contexto, destaca-se principalmente o aprimoramento dos materiais, equipamentos e dos procedimentos adotados no conjunto de processos necessários para a exploração do “Ouro Negro”.
Dentro dos vários procedimentos inclusos no processo de exploração do petróleo, sem sombra de dúvida, o que exige maior cuidado e habilidade dos profissionais que aí operam é o processo de perfuração e manutenção de poços. E é exatamente nesse campo de atuação que está envolvido um dos profissionais mais renomados e valorizados do mercado offshore, o piloto de ROV.

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ROBÔ HUMANÓIDE- BIOLOID


Este site vende robôs humanóides e mostra detalhes sobre suas partes. http://www.robotis.com/xe/bioloid02_ko

Quem domina  o coreano vai ler e entender tudo!