SERIADO: ALMOST HUMAN (QUASE HUMANO).


De J.J. Abrams (Fringe, Lost, Revolution, Person of Interest) e de J.H. Wyman (Fringe), chega Almost Human, uma série de ação que se passa em 35 anos no futuro, quando policiais têm como parceiros robôs muito evoluídos e bastante parecidos com humanos.

 Neste cenário, a série acompanha John Kennex, um policial que sobreviveu a um dos ataques mais catastróficos já feitos à polícia e que volta à delegacia, 17 meses depois de sair de um coma, lembrando-se apenas que seu parceiro foi morto. Agora, ele deve trabalhar com um robô, sendo que não é exatamente um grande fã dessa tecnologia.

 No entanto, o androide com quem Kennex vai trabalhar — Dorian, de uma linha descontinuidada — é muito mais especial do que aparenta.

ROBÔ VOADOR ESFÉRICO


Ministério da Defesa do Japão, criou um dos mais versáteis voando robôs que eu já vi, eo que é pensado para ser o primeiro robô voador esférico para boot.

O robô consegue combinar o melhor do helicópteros e avião, como o uso de  asas e pode planar, assim como viajar muito rápido com o movimento para a frente. Na verdade a bola de 42 centímetros de diâmetro pode atingir velocidades de até 60 km / h  pesando pouco mais de 350gramas.

Como você pode ver no vídeo abaixo, devido ao uso de três sensores de giroscópio abordo que  podem atuar no ajuste e manutenção de um estado a pairar. Porque como é uma esfera, ela também pode pousar em praticamente qualquer superfície e ainda rola movimentando-se a partir do chão.

Para saber mais sobre esta postagem clique aqui

RECICLAGEM COM ROBÔS


ZenRobotics Ltd., fundada em 2007, é uma empresa finlandesa de alta tecnologia especializada em tecnologia de reciclagem de robótica. O principal produto da empresa é ZenRobotics Recycler, um sistema de triagem de resíduos que separa matérias-primas a partir de resíduos.

ZenRobotics Recycler vai revolucionar a forma como funciona a reciclagem – e ajudar a resolver a crise do lixo global que está ficando fora de controle.

ZenRobotics Ltd., founded in 2007, is a Finnish high-tech company specializing in robotic recycling technology. The company’s main product is ZenRobotics Recycler, a waste sorting system which separates raw materials from waste.

ZenRobotics Recycler will revolutionize the way recycling works – and help solve the global waste crisis that is getting out of hand.

 site clique aqui

ROBÔ E O SEU kUNG FU


Rai!!!

PRECISÃO ROBÓTICA A PROVA


Vídeo incrível de precisão robótica, os três braços fazem um verdadeiro malabarismo com as bandejas com refrigerante que estão separados por alguns milímetros e não estão coladas a bandeja. Veja o vídeo a baixo.

O QUE É ROBÓTICA LIVRE?


O Projeto Robótica Livre tem uma proposta diferenciada, enquanto a maioria dos projetos de robótica no ambiente escolar é desenvolvida com a utilização de kits padronizados, este projeto parte para soluções livres em substituição aos produtos comerciais. Propõe o uso de softwares livres (Linux e seus aplicativos) como base para a programação, e utiliza-se da sucata de equipamentos eletroeletrônicos e outros tipos de lixo, para a construção de kits alternativos de robótica pedagógica (kits construídos de acordo com a realidade social de cada escola) e protótipos de artefatos tecnológicos (robôs, braços mecânicos, elevadores…).
acesse o site da robótica livre clicando aqui

ROBÓTICA EDUCACIONAL NA MÍDIA!


 

Nosso projeto teve início com 4 alunas, 1 robô de papel e uma frese da cabeça “ o sucessor é 1%  de inspiração e 99% de transpiração “.  Acompanhe a reportagem completa no site do jornal, clique aqui.

Tivemos varias outras reportagens, mas não deu para guardar todas, uma destas é a da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (SEDUC). Clique aqui para ler.

ALEMÃES INVENTAM BRAÇO ROBÔ E INICIAM A SKYNET


Para quem nunca assistiu a nenhum dos filmes da trilogia Exterminador do Futuro (procure/alugue agora!), eis um breve resumo: um sistema de inteligência artificial militar toma conta de todos os computadores do planeta e tenta aniquilar a humanidade.

Em um dos filmes, o protagonista John Connor destrói um braço de metal que daria origem, no futuro, a um dos robôs que volta no passado para matá-lo. Eis que essa semana, agora de volta ao mundo real, um instituto alemão anuncia a criação de exatamente isso: um braço robô resistente a impactos.

Criado pelo Instituto de Robótica e Mecatrônica do Centro Aeroespacial Alemão, o braço é feito para suportar impactos de até 66G, onde G é a constante gravitacional universal. Para efeitos de comparação, o máximo que o corpo humano consegue sustentar é um impacto de 40G e isso na vertical. O braço consegue essa resistência toda porque os responsáveis pelo projeto decidiram usar cinco dedos articulados e interligados por 38 tendões, cada um deles conectados a um motor no antebraço. Por isso, é possível controlar a sua resistência ao contrair e relaxar os tendões com os motores.

Veja abaixo um vídeo que demonstra como são os movimentos do braço e alguns testes com um martelo e uma barra metálica.

CRIANÇAS DIGITIAS X EDUCAÇÃO DIGITAL


Uma pesquisa realizada pela AVG Technologies afirma que 69% das crianças aprendem primeiro a usar um computador antes de atividades comuns como amarrar um sapato.

A pesquisa, realizada no final de 2010, entrevistou mais de 2200 mães com acesso à internet e que possuíam filhos em idades entre 2 e 5 anos.

Com as mudanças no cenário da educação infantil em comparação a 30 anos atrás, nota-se que as crianças hoje aprendem mais com a tecnologia do que com atividades comuns delineando assim um novo formato para a nossas crianças, pois estas já nascem “plugadas”.

A pesquisa observou que filhos de mães com mais de 35 anos (40%) já sabiam escrever o próprio nome, enquanto filhos de mães com menos de 34 anos (35%) não sabiam escrever.

Hoje 58% das crianças sabem jogar jogos no computador, porém apenas 20% sabem nadar ou andar de bicicleta (43%).

Entre os entrevistados, apenas 9% afirmou saber amarrar um tênis ou sapato. Mas 19% não tiveram problemas em utilizar aplicativos em smartphones.

Especialistas observam que ter esses conhecimentos em informática será bom para as crianças no futuro, mas ressaltam a importância de monitorar o uso do computador para evitar um aumento na violência – em casos onde pais não controlam a privacidade das informações que os filhos circulam na internet -, e de possíveis problemas de convívio social.

Embora 28% dos meninos e 29% das meninas soubessem realizar uma chamada pelo celular, somente 20% deles sabia utilizar o telefone 911 para casos de emergência.

Percebemos na pesquisa que a tecnologia tem ajudado no aprender, mas se não for bem orientada ela pode não ser assim tão boa. As novas ferramentas tecnológica necessitam de orientação e boa utilização para que os pais não prejudiquem a educação dos filhos.

 São justamente nestes critérios que a robótica educacional ganha pontos, pois ela incentiva o trabalho em grupo e faz uso da prática para a construção do saber, sem falar da relação interdisciplinar que é largamente utilizada. Esta pesquisa mostra que a robótica pedagógica esta no caminho certo no que se diz respeito à educação tecnológica.

Mesmo assim mostra que os pais possuem um papel fundamental na educação dos filhos, pois não aprendemos amarrar os sapatos, andar de bicicleta ou ligar para a emergência (911) com o computador ou na escola.

 Texto adaptado de Monica Campi, de INFO Online

TREINAMENTO EM ROBÓTICA


O sistema de treinamento em robótica ED-7220C é baseado em um sistema de cinco articulações que é bastante popular na indústria. Portanto, a experiência obtida através dos experimentos usando o ED-7220C pode ser diretamente aplicado nas necessidades reais da indústria.
O movimento de cada articulação do robô é executada por um servo motor DC com um encoder rotativo incorporado. A detecção da sobrecarga e os controles são gerenciados por um microprocessador.
O ED-7220C foi projetado de tal forma o mecanismo de engrenagem principal, incluindo as correias, é exposto ao usuário para possibilitar uma observação visual. Além disso, o robô foi projetado para manter a garra fechada mesmo que a articulação do cotovelo e a articulação do ombro estejam em movimento.
Com a incorporação de opcionais adequados, o robô pode executar movimentos próprios controlados. Esta aplicação é importante na simulação de linhas de montagem automatizadas.
O controle do robô pode ser feito através da interface RS-232 de um PC compatível com o padrão IBM e com o uso de comandos baseados na linguagem C. Os comandos usados são os comandos ED-72 ROBO. Um Programador Manual é fornecido como um dispositivo de controle remoto

O SERVO MOTOR POR DENTRO


Servo Motores são dispositivos de malha fechada, ou seja: Recebem um sinal de controle; verificam a posição atual; atuam no sistema indo para a posição desejada.

Em contraste com os motores contínuos que giram indefinidamente, o eixo dos servo motores possui a liberdade de apenas cerca de 180º graus mas são precisos quanto a posição.

Para isso possuem três componentes básicos, ilustrados na Imagem.

Sistema Atuador – O sistema atuador é constituído por um motor elétrico, embora também possa encontrar servos com motores de corrente alternada, a maioria utiliza motores de corrente contínua. Também está presente um conjunto de engrenagens que forma uma caixa de redução com uma relação bem longa o que ajuda a amplificar o torque.

A tamanho, torque e velocidade do motor, material das engrenagens, liberdade de giro do eixo e consumo são características-chave para especificação de servo motores.

Sensor – O sensor normalmente é um potenciômetro solidário ao eixo do servo. O valor de sua resistência elétrica indica a posição angular em que se encontra o eixo. A qualidade desse vai interferir na precisão, estabilidade e vida útil do servo motor.

Circuito de Controle – O circuito de controle é formado por componentes eletrônicos discretos ou circuitos integrados e geralmente é composto por um oscilador e um controlador PID (Controle proporcional integrativo e derivativo) que recebe um sinal do sensor (posição do eixo) e o sinal de controle e aciona o motor no sentido necessário para posicionar o eixo na posição desejada.

Sinal de controle dos Servo Motores

Servos possuem três fios de interface, dois para alimentação e um para o sinal de controle. O sinal de controle utiliza o protocolo PWM (modulação por largura de pulso) que possui três características básicas: Largura mínima, largura máxima e taxa de repetição.

A largura do pulso de controle determinará a posição do eixo:

- largura máxima equivale ao deslocamento do eixo em + 90º da posição central;

- largura mínima equivale ao deslocamento do eixo em -90º;

- demais larguras determinam a posição proporcionalmente. O pulso de controle pode ser visto na ilustração sobre sinais de controle de servo motores:

ENSINANDO TECNOLOGIA


 

 

 

                Newton C. Braga

 

 

As escolas do mundo inteiro estão descobrindo que ensinar tecnologia é algo de vital importância para a preparação do futuro de nossos cidadãos. Mais do que isso, as escolas, depois de uma breve temporada em que elas acreditavam que ensinar tecnologia significava ensinar a usar o computador acessando a Internet, descobriram que estavam erradas. Ensinar tecnologia é muito mais do que ensinar a surfar na Internet. Ensinar tecnologia é ensinar como as coisas que usam tecnologia no mundo que nos cerca funcionam, como usá-las, e tornar capaz de montar coisas semelhantes, num grau de sofisticação menor. Em outras palavras, ensinar tecnologia significa ensinar fundamentos da eletrônica, mecânica, informática e da mecatrônica de uma forma prática e acessível. Indo um pouco além, não defendemos apenas a idéia de se ensinar tecnologia para entender como as coisas do nosso mundo real funcionam. Mais do que isso, defendemos a idéia de que podemos usar a tecnologia para entender melhor outras ciências do currículo do ensino fundamental e médio. A tecnologia pode ter projetos que funcionem como temas transversais de diversas disciplinas como a física, biologia, química e até mesmo as ciências humanas. Por tecnologia entendemos o ensino da eletrônica básica, mecânica e informática e da mecatrônica (que abrange a robótica) e que podem ainda contar com apoio de outras tecnologias modernas como a ciência da computação e a própria inteligência artificial. Isso torna o computador não só o centro da tecnologia nas escolas, mas uma ferramenta muito importante para seu aprendizado.
A Mecatrônica é fruto da união da eletrônica com a mecânica, além de outras tecnologias. Muitas pessoas são tentadas a associar a mecatrônica somente à robótica. Essas pessoas não estão totalmente erradas. A Robótica é um ramo da mecatrônica e no próprio meio industrial utiliza-se o termo “automação industrial” para sua designação. E é claro, continuando com a abordagem do problema, vemos que o uso da mecatrônica nas escolas não significa apenas ensinar a construir robôs ou braços mecânicos e muito menos controlar dispositivos pré-fabricados pelos computadores. Existe muito mais que pode ser feito para se usar tecnologia no ensino. Existe uma enorme gama de atividades que podem ser incluídas no currículo escolar para ensinar tecnologia e uni-la com temas de outras ciências, os chamados “temas transversais”.   
Partindo dos fundamentos da eletrônica e unindo estes conhecimentos à mecânica, podemos construir uma boa quantidade de projetos, dos mais simples aos mais complexos, que podem ser usados, não apenas para ensinar tecnologia, mas como apoio ou tema transversal de outras ciências. Isso é que entendemos por ensinar e usar tecnologia nas escolas de nível fundamental e médio. É o que estamos descobrindo em nosso país, principalmente com as recomendações dos PCNs, e também em outros países onde a mesma abordagem está sendo adotada. Temas transversais unindo tecnologia com ciências como a física, biologia, química e mesmo as ciências humanas estão sendo recomendados nas grades curriculares de diversos níveis.
Mas, o que realmente podemos ensinar em termos de tecnologia nas escolas de nível fundamental e médio? Como obter vantagens da introdução da eletrônica e mecatrônica em sua forma básica nas escolas de nível fundamental e médio? Ensinar como soldar, como fazer montagens simples usando componentes comuns, como ler diagramas, tudo isso baseado numa “tecnologia intermediária” permite preencher o vazio que existe no currículo de ciências das escolas do Brasil e de muitos outros países.
De fato, a física tradicional, como estudada hoje nas escolas, termina onde a eletrônica de 60 anos atrás começa. A tecnologia que os estudantes de engenharia encontrarão nos seus estudos nada tem a ver com a eletrônica de 60 anos atrás e muito menos com a física. Salta-se da tecnologia do resistor e do capacitor do curso médio para a tecnologia do circuito integrado, do microprocessador e do microcontrolador sem passar pela tecnologia intermediária dos diodos, transistores, e outros dispositivos de estado sólido.
A engenharia tem de preencher uma lacuna que poderia não existir se essa tecnologia fosse introduzida, mesmo que de forma superficial, nas escolas de nível fundamental e médio. Os estudantes (e mesmo professores) não sabem como simples utilidades domésticas funcionam, mesmo o fundamental, e a maior parte dessas pessoas não consegue usar uma boa parte das suas funções. Você sabe usar todas as funções do controle remoto de sua TV?
Uma pesquisa recente mostrou que uma boa parte dos acidentes que ocorrem com utilidades domésticas comuns poderia ser evitada se as pessoas envolvidas soubessem um mínimo de seu princípio de funcionamento. Por isso, conhecer tecnologia básica não é apenas uma necessidade para se enfrentar uma carreira profissional no futuro, é também uma questão de segurança! Aprendendo como um transistor funciona é mais fácil entender o que é um circuito integrado e a partir daí, para chegar ao funcionamento de um computador é apenas um pequeno salto.
Entendemos por tecnologia intermediária aquela que usa componentes que são mais avançados que os componentes passivos (resistores, capacitores, etc.) da física do nível médio, mas menos complexos que os microprocessadores e DSPs de computadores e telefones celulares que contém milhões de funções. É a tecnologia do componente discreto como o transistor, o diodo, SCR, LED e outros que tem a grande vantagem de ser acessível a todos com um mínimo de conhecimento, ferramentas e não exige uma habilidade fora do comum para poder ser usada em montagens. Muito pelo contrário, é facilmente manuseada por qualquer um, mesmo pelos estudantes do ensino fundamental e médio. Transistores, SCRs, diodos, resistores, capacitores, LEDs, etc. podem ser manuseados com facilidade e a partir disso, pode servir para a realização de montagens que desenvolvem habilidades, revelam vocações e muito mais que isso: mantém aguçada a coordenação motora fina que nossos estudantes estão perdendo.
O medo é justificado, mas fazer montagens é muito mais simples do que muitos pensam. Alunos da sétima série do nível fundamental aprendem facilmente a usar um soldador para surpresa dos professores que têm medo, já que nunca usaram esta ferramenta! Desenvolver habilidades, revelar vocações, unir a tecnologia com as ciências com temas cruzados, promover o uso das mãos mantendo a habilidade de manusear pequenos objetos é justamente o que propomos com nosso método. Para os educadores daremos as ferramentas que permitirão que eles usem a tecnologia nas suas aulas, e para os alunos uma coletânea de projetos que podem ser usados nas aulas, em trabalhos de pesquisa, em feiras de ciências e muito mais.

CURSO DE ROBÓTICA AQUÁTICA- ROV


Desde o final dos anos 90 o mercado de exploração do petróleo tem sido uma das principais fontes de investimento e desenvolvimento de novas tecnologias no Brasil. Nesse contexto, destaca-se principalmente o aprimoramento dos materiais, equipamentos e dos procedimentos adotados no conjunto de processos necessários para a exploração do “Ouro Negro”.
Dentro dos vários procedimentos inclusos no processo de exploração do petróleo, sem sombra de dúvida, o que exige maior cuidado e habilidade dos profissionais que aí operam é o processo de perfuração e manutenção de poços. E é exatamente nesse campo de atuação que está envolvido um dos profissionais mais renomados e valorizados do mercado offshore, o piloto de ROV.

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Para sabe mais sobre o curso de ROV, clique aqui

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ROBÔ HUMANÓIDE- BIOLOID


Este site vende robôs humanóides e mostra detalhes sobre suas partes. http://www.robotis.com/xe/bioloid02_ko

Quem domina  o coreano vai ler e entender tudo!

ROBÓTICA, PRINCIPAIS TENDÊNCIAS E DIREÇÕES


 

Lmarcos photo:-) (jpg)-(20k)       Luiz Marcos Garcia Gonçalves

Neste artigo, apresentamos alguns conceitos em robótica, bem como um pouco da sua história (recente) no Brasil e sua crescente popularidade conseguida pelos pesquisadores e estudantes, principalmente com as competições. Colocamos ainda como foi iniciado o modelo de integração da linha, conseguido pela comunidade atuante no Brasil, e o reconhecimento alcançado junto a entidades internacionais, através de ações dos pesquisadores ligados à área.

A robótica é uma área de pesquisa interdisciplinar, por natureza. Pode-se afirmar, a grosso modo, que ela emprega ferramentas, metodologias e tecnologias inerentes a grandes áreas como a engenharia mecânica, engenharia mecatrônica (com história também recente e poucos cursos no Brasil), engenharia elétrica e eletrônica e engenharia de computação. A robótica utiliza-se de conceitos teóricos de grandes áreas como matemática, física, química, biologia, até educação, e busca também muita inspiração em áreas mais centradas no entendimento do cérebro e do corpo humano como neurologia, fisiologia e psicologia. Assim, poderia-se concluir facilmente que um bom roboticista necessitaria realizar, como base de seus estudos, graduação em uma gama ou em quase todas as áreas acima. Felizmente, cada pesquisador trabalha em uma especialidade. É comum em um laboratório de robótica experimental encontrar-se partes de um robô espalhadas, como se fossem partes de um corpo humano sendo estudadas separadamente, e que, no conjunto, formariam o robô como um todo. Ainda, laboratórios diferentes atacam partes diferentes, como movimentos, inteligência, visão, etc.

Mas, seria interessante, antes de tudo, entender o conceito do que seja um robô e a própria robótica, para a comunidade de cientistas da especialidade (usamos o jargão carinhoso de roboticistas para designá-los), para depois traçarmos o rumo desta área no Brasil. Há várias definições contrastantes, desde os primórdios em que Asimov usou a palavra tcheca robota, que significa trabalhador forçado (ou aquele que trabalha sem receber remuneração), para designar os seus personagens de ficção, seres mecânicos, até conceitos mais coerentes encontrados atualmente, por exemplo, na página da Wikipedia: “Em uso prático, um robô é um dispositivo autônomo ou semi-autônomo que executa suas tarefas controlados diretamente por seres humanos, ou ainda parcialmente controlados, sob a supervisão humana, ou ainda de forma completamente autônoma”. Robôs podem ser ainda móveis (com pernas ou rodas) ou montados sobre bases, tipicamente com características de manipuladores. Aplicações envolvendo robôs móveis em ambientes dinâmicos são as mais interessantes, exigindo um sistema robusto e versátil capaz de manter-se operacional diante de mudanças imprevisíveis na estrutura desses ambientes. Esse tipo de sistema deve possuir mecanismos de controle que, sistematicamente, adaptam os robôs às novas situações encontradas. Várias arquiteturas foram propostas na literatura a respeito, como por exemplo a arquitetura subsumption, de Rodney Brooks (MIT). Finalmente, uma distinção deve ser feita entre os termos robótica e automação. Nos desejos, talvez ainda um pouco distantes, dos roboticistas e da Inteligência Artificial, na robótica estaria a capacidade de um robô ser um ser inteligente, capaz de interagir com o seu ambiente e com outros seres, tomando decisões de forma autônoma, enquanto que a automação visa repassar à máquinas tarefas que são ou que outrora foram executadas por seres humanos, visando industrialização em massa. Uma vez entendidos os conceitos básicos do que seja a robótica e os robôs para os roboticistas, passemos à sua história (rápida) e prospecção recente no Brasil.

Afora aplicações práticas com o uso de manipuladores e sistemas de automatização em fábricas e montadoras (não devem estes ser confundidos com robôs), pesquisas em robótica são recentes, principalmente no tocante à percepção e inteligência, visando reação. Pode-se estabelecer a década de 90 como o marco inicial da integração da área não somente no Brasil, mas também no mundo. Pode-se dizer que o advento dos computadores possibilitou a realização de operações em tempo real, principalmente na área de sensores (visão robótica). Com isso, começou também a se delinear a atual comunidade atuante em robótica no Brasil. Pode-se encontrar pesquisadores em robótica espalhados por, basicamente, três grandes áreas (ou sociedades), a Sociedade Brasileira de Computação (SBC), a Sociedade Brasileira de Automática (SBA) e a Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM). Obviamente, os interesses e tópicos de pesquisa são diferentes, mas de algum modo podemos dizer que convergem para um núcleo comum, visando operacionalizar o mesmo produto, ao final da pesquisa: o robô.

Ainda na década de 1990, vislumbrou-se na robótica uma área interessantíssima de pesquisa e as maneiras encontradas para imprimir um ritmo melhor à área foram através de disseminações em congressos científicos e de competições de robótica. Em meados da década de 90, alguns pesquisadores visionaram a possibilidade de montar times de robôs para competições internacionais, muitos dos quais desestimularam ou desistiram das competições e atualmente atuam em outras sub-áreas ligadas à robótica. Tivemos na década de 90, o primeiro campeonato brasileiro de futebol de robôs. Ainda, obtivemos colocação honrosa em campeonato mundial. No tocante a eventos científicos, grandes eventos como o Cobem (Engenharia Mecânica), o CBA (Automática) e o Sbia/Enia (Computação) começaram a ceder espaço para publicações na área. Surgiu o Simpósio Brasileiro de Automação Inteligente, com muitos artigos em robótica, e realizou-se o Workshop de Robótica Inteligente, em Brasília (única edição). Ainda, surgiram vários cursos de engenharia de computação, mais voltados à hardware, bem como engenharia mecatrônica, e manutenção e melhoria nos cursos de engenharia elétrica e mecânica, que, todos juntos, possibilitaram avanços sensíveis no tocante à disponibilização de recursos humanos para pesquisa na área de robótica no Brasil.

Mas foi mesmo a partir de 2000 que a área se organizou de vez e começou a crescer nas três sociedades. Em 2001, ocorreu na Unicamp a primeira “Guerra de robôs”, que na verdade trata-se de manipulação de veículos (e não de robôs na sua essência) via controle remoto, visando a destruição uns dos outros. O vencedor seria aquele que ficasse operacional por mais tempo. Apesar de aparentemente grotesca do ponto de vista social e humano e de caráter mais tecnológico, do ponto de vista dos roboticistas, pode-se dizer que esta demonstração de força iniciou novamente a era das competições. Por outro lado, os eventos científicos aumentaram ainda mais o seu espaço para disseminações na área de robótica. No CSBC, em Fortaleza, 2001, houve um minicurso de robótica (lotado) e as sessões do Enia relativas ao tópico também lotaram as salas. No CBA, em Natal, em 2002, houve cerca de 90 artigos apresentados na área, bem como um mini-curso cheio. Em 2003, num pioneirismo entre pesquisadores da SBC e SBA, foi realizada a Primeira Competição IEEE Brasileira de Robótica para Estudantes juntamente com a sua versão latino americana (em sua segunda edição) junto com o Sbai, em Bauru. Foi um sucesso de público e participação, com times da Argentina, México, Chile e Brasil. No ano seguinte (2004), a mesma competição (apenas a versão nacional) foi realizada junto com o Congresso da Sociedade Brasileira de Computação, em Salvador, estreitando ainda mais os laços entre as duas sociedades. A versão latino americana foi realizada no México, com equipes representando o Brasil. Ainda, em 2004, foi um marco pioneiro do Comitê Gestor o contato com a Federação Robocup Mundial (Futebol de Robôs) e a conseqüente realização da Primeira Robocup Brasil. Foi também realizado em Salvador (2004) o primeiro Encontro de Robótica Inteligente da SBC, com salas lotadas novamente, que deve se repetir em 2006, em Campo Grande, MS. Em 2005, recentemente, em setembro, realizou-se no SBAI, em São Luis, a IV Competição IEEE Latino Americana juntamente com a Robocup Latino Americana Open e com mais publicações na área de robótica que na versão anterior do próprio SBAI. Neste mesmo ano, contamos ainda com o apoio da IEEE para o evento científico relacionado (SBAI/LARS). Convém ressaltar que as competições citadas são apoiadas, além da SBC e SBA, também pela IEEE Latino Americana (R/9), principalmente através do seu Conselho de Robótica e pela Robocup Federation. A “guerra de robôs” continua ainda atualmente, tendo sido, em 2005, apoiada pela IEEE seção Bahia, porém como uma minimização do seu caráter de “Guerra”, mesmo porque já vivemos num mundo tão conturbado que não faz sentido dois robôs promoverem agressão um ao outro. Como já ocorreu em 2005, na sua versão realizada em Salvador, também para as próximas edições, a idéia é que ela se torne uma espécie de olimpíada tecnológica, incluindo palestras e seminários, com um caráter também mais científico e técnico.

Em 2005, iniciou-se discussão entre os pesquisadores do grupos atuantes na SBC e na SBA (paralelamente) visando a criação de Comissões (ou Comitês) Especiais de Robótica naquelas Sociedades. O da SBA foi aprovado recentemente e o da SBC ainda aguarda decisão do seu Conselho e Diretoria. Com a criação destes comitês, a tendência é a área se fortalecer ainda mais como inter-disciplinar, mas havendo sempre uma integração muito boa entre os pesquisadores de robótica mesmo que atuem em sociedades diferentes. Assim, além dos comitês manterem o caráter interdisciplinar, uma necessidade para a pesquisa nos dias atuais, principalmente em robótica, valendo destacar que este esforço é uma realização conjunta de toda a comunidade que atua em robótica e possui o intuito de agregar a comunidade e fomentar novas pesquisas, permitindo ao mesmo tempo que os pesquisadores possam escolher pela Sociedade na qual desejarem ter uma atuação maior.

Convém ressaltar que a robótica, segundo estudos realizados no Japão e EUA, deve ser uma das 10 linhas de pesquisa com mais trabalhos, a nível mundial, nas próximas décadas. Como citado anteriormente, o avanço tecnológico tem permitido a realização de cálculos computacionais necessários em tempo real, e este fato tem possibilitado que novas descobertas e aplicações possam ser feitas em sistemas de robótica, tornando essa área uma fonte quase que inesgotável de pesquisa. Assim, com a criação das Comissões (ou Comitês) dentro das sociedades, está sendo iniciado um trabalho que visa inovação científica e tecnológica, portanto assegurando a continuidade da linha no Brasil. A robótica exerce uma substancial fascinação sobre nossos estudantes e pesquisadores, atraindo pessoas e adeptos, permitindo, portanto, a divulgação da ciência à comunidade. Isso vem crescendo atualmente e pôde ser notado nos últimos 4 anos em todas as competições e congressos em que robótica era um dos temas de pesquisa.

Temos atualmente pesquisadores brasileiros como membros do Conselho IEEE Latino Americano de Robótica, bem como do Conselho Robocup Latino Americano, recém criado, com sua primeira reunião ocorrida em São Luis, em setembro de 2005. Assim, criação dos dois Comitês Técnicos de Robótica, dentro das Sociedades e dos Conselhos latino americanos, com a participação de vários brasileiros, visa fomentar a área na América Latina. Convém ressaltar que as competições e apresentações de trabalhos das equipes trazem centenas de participantes e assistentes aos congressos associados, como pôde ser verificado nos últimos anos, além dessas competições possuírem um caráter científico, onde tarefas visando um certo grau de autonomia e raciocínio são propostas aos robôs. Ainda, é um importante meio de divulgação da ciência, um dos objetivos de todos os pesquisadores.

Há indicativos de que a robótica, como grande área de pesquisa, reconhecida pelo CNPq e outros órgãos de fomento já é uma idéia que pode ser trabalhada, aos poucos, dentro das Sociedades. Muito há que se discutir em prol ou não da decisão por formação de uma Sociedade própria, não sendo este o objetivo imediato da comunidade, mas sim parece que a idéia é trabalhar para aumentar o número de pesquisas em robótica no Brasil e desmistificar a idéia negativa que a robótica tinha antes (tirador de empregos), quando era confundida com a própria automação.

Luiz Marcos Garcia Gonçalves é professor do Departamento de Engenharia de Computação e Automação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

ROBÓTICA EDUCACIONAL E O RACIOCÍNIO LÓGICO


   

 

            Lelino Pontes

 

 A programação do robô é a parte que mais exige o exercício do raciocínio, pois pede uma forma de pensar lógica e ordenada, que é a mesma usada para desenvolver a habilidade de resolver problemas matemáticos. Esta é a lógica matemática que reflete na inteligência, determinado um bom raciocínio dedutivo.

 Esta lógica matemática é a inteligência que determina as habilidades para o raciocínio dedutivo, em um sistema matemático, em noções de quantidade além de capacidade de resolver problemas envolvendo números e demais elementos matemáticos (GARDNER, 1994, p. 95).

 Assim durante a ação de programar encontraremos dois caminhos, se não há lógica não existe programação e se há lógica existe programação.

Todas as formas de raciocinar logicamente são feitas pelo próprio aluno em várias etapas, de uma maneira divertida, durante as tentativas de solucionar a atividade proposta.  Nestas etapas estão a escolha das peças, montagem e desmontagem do robô a programação e teste de programação, dentre outras, seguindo um caminho de tentativa e erro até conquistar a solução do desafio proposto. É percebido que o aluno cria uma rede de conexões neurais bastantes complexas, da qual fixa de maneira forte o conhecimento aplicado durante as etapas, esta é a teoria da equilibração de Piaget (1995), onde se monta um ponto de equilíbrio entre assimilar e acomodar a informação, sendo este um mecanismo auto-regulador na interação com o meio-ambiente. Isto traduz a robótica educacional como sendo uma forma de aprender onde o aluno pode: manusear, criar, programar e executar o que pensou, fazendo uso de um caráter lúdico e desenvolvendo o raciocínio lógico tão importante em diversas áreas do conhecimento.

Outro ponto importante é o papel do professor, que não pode aplicar uma única forma de aprender voltada para todos os alunos, se assim o for, não será robótica. Todo o trabalho é calcado em desafios onde é colocado uma tarefa e o aluno ficar a vontade para montar, planejar e resolver o desafio proposto de forma livre, testando todas as hipóteses que julgar necessária. Ficando percebido o desejo do aluno de ampliar e produzir a cada dia mais o sistema montado por ele, formando desta maneira uma vontade de evoluir ou aperfeiçoar o que já foi construído com o intuito de melhorar o conhecimento aplicado e ampliando sua capacidade cognitiva.

 Em robótica, há sempre um desejo de reproduzir estruturas cada vez mais complexas onde a introdução de um novo componente (motor, sensor, engrenagem) vai modificar a estrutura anterior e necessita de um novo equilíbrio construtivo para que o sistema funcione. A importância pedagógica da robótica se dá pela ampliação cognitiva num processo assimilação lúdica (CASTILHO, 2002, p.12).

A prática deste raciocínio estimula a capacidade criativa do aluno de maneira considerável, pois a quantidade de informações e ramificações destas resultam em uma fixação mais eficiente da matéria abordada, assim vemos que a robótica pode estimular a criatividade.

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QUEM SABE FAZ E QUEM NÃO SABE COPIA!


Para as pessoas já foram vitimas de copias de projetos como eu, venho mostrar como podemos nos proteger dos copiadores e das empresas mau caráter que existem no mercado.

Procurando por informações deste tipo na net encontrei leis como a  9.279/96  e  9.610/98 e artigos de como patentear o seu produto ou invento no (INPI), mas poucas pesquisas mostram como patentear um projeto, e este é realmente difícil de proteger devido ao caráter subjetivo e a facilidade como que se pode gerar copiar de textos e desenhos, assim um projeto escrito requer uma proteção melhor.

Vamos neste texto mostra, com a ajuda do Aldo,  como proteger o seu projeto, pois existem pessoas que vivem de projeto e sabe muito bem o que é ver uma empresa ganhar “rios” de dinheiro encima de um projeto seu.

O registro em cartório foi a minha primeira idéia para proteger os meus projetos, mas  nas pesquisas que fiz vi que a biblioteca nacional é o lugar onde você deve enviar o seu projeto, pois este garante legalmente a patente, o problema está em uma certa burocracia e leva um certo tempo para tudo ficar oficializado. Assim o amigo Aldo parece ter encontrado um modo muito bom e barato para proteger o seu projeto dos “copiadores de plantão”, este consiste em uma proteção que os correios dão para Sedex A.R, pois o carimbo dos correios e a confirmação de recebimento, devidamente datada, é um documento federal que já é assumido como sem chances de ser forjado. Deste modo você pode enviar uma copia do projeto para você mesmo e guardá-la lacrada pronta para abrir na presença do juiz. Este é o método mais barato e legalmente aceito para proteger os projetos dos espertinhos.

Bem só para garantir eu procurei um advogado e em praticamente todos os meus projetos eu fiz todos os procedimentos acima mencionados.  Saiba mais

TUTORIAL DA ARDUINO


Quem dominar o casteliano vai entender tudo que está nestes vídeos

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL


Automação industrial é a aplicação de técnicas, softwares e/ou equipamentos específicos em uma determinada máquina ou processo industrial, com o objetivo de aumentar a sua eficiência, maximizar a produção com o menor consumo de energia e/ou matérias primas, menor emissão de resíduos de qualquer espécie, melhores condições de segurança, seja material, humana ou das informações referentes a esse processo, ou ainda, de reduzir o esforço ou a interferência humana sobre esse processo ou máquina. É um passo além da mecanização, onde operadores humanos são providos de maquinaria para auxiliá-los em seus trabalhos.

Entre os dispositivos eletro-eletrônicos que podem ser aplicados estão os computadores ou outros dispositivos capazes de efetuar operações lógicas, como controladores lógicos programáveis, microcontroladores, SDCDs ou CNCs). Estes equipamentos em alguns casos, substituem tarefas humanas ou realizam outras que o ser humano não consegue realizar.

É largamente aplicada nas mais variadas áreas de produção industrial.

Alguns exemplos de máquinas e processos que podem ser automatizados são listados a seguir:

  • Indústria automobilística
    • Processos de estamparia (moldagem de chapas ao formato desejado do veículo)
    • Máquinas de solda
    • Processos de pintura
  • Indústria química
    • Dosagem de produtos para misturas
    • Controle de pH
    • Estações de tratamento de efluentes
  • Indústria de mineração
    • Britagem de minérios
    • Usinas de Pelotização
    • Carregamento de vagões
  • Indústria de papel e celulose
    • Corte e descascamento de madeira
    • Branqueamento
    • Corte e embalagem
  • Embalagens em todas as indutrias mencionadas
    • Etiquetado
    • Agrupado
    • Lacrado
    • Ensacado

A parte mais visível da automação, atualmente, está ligada à robótica, mas também é utilizada nas indústrias química, petroquímicas e farmacêuticas, com o uso de transmissores de pressão, vazão, temperatura e outras variáveis necessárias para um SDCD (Sistema Digital de Controle Distribuido) ou CLP (Controlador Lógico Programável). A Automação industrial visa, principalmente, a produtividade, qualidade e segurança em um processo. Em um sistema típico toda a informação dos sensores é concentrada em um controlador programável o qual de acordo com o programa em memória define o estado dos atuadores. Atualmente, com o advento de instrumentação de campo inteligente, funções executados no controlador programável tem uma tendência de serem migradas para estes instrumentos de campo. A automação industrial possui vários barramentos de campo ( mais de 10, incluindo vários protocolos como: CAN OPEN, INTERBUS-S, FIELD BUS FOUNDATION, MODBUS, STD 32, SSI, PROFIBUS, DEVICENET etc) específicos para a área industrial (em tese estes barramentos se assemelham a barramentos comerciais tipo ethernet, intranet, etc.), mas controlando equipamentos de campo como válvulas, atuadores eletromecânicos, indicadores, e enviando estes sinais a uma central de controle conforme descritos acima. A partir destes barramentos que conversam com o sistema central de controle eles podem também conversar com o sistema administrativo da empresa conforme mostrado no parágrafo abaixo.

Uma contribuição adicional importante dos sistemas de Automação Industrial é a conexão do sistema de supervisão e controle com sistemas corporativos de administração das empresas. Esta conectividade permite o compartilhamento de dados importantes da operação diária dos processos, contribuindo para uma maior agilidade do processo decisório e maior confiabilidade dos dados que suportam as decisões dentro da empresa para assim melhorar a produtividade.

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ROBÓTICA, A ORIGEM!


O termo robô tem origem em uma peça teatral do autor tcheco Karel Carpek, do inicio dos anos 20, de nome “Os robôs universais de Rossum”. O termo robô (em tcheco, robota) significa “trabalhador forçado”, e esta ficção de Karel Carpek se refere aos robôs do brilhante cientista Rossum (e seu filho), criados para, obedientemente servir a humanidade. O drama acontece quando estas “criaturas” passam a não mais gostar do papel de subserviência e se rebelam contra seus criadores. O autor da peça faz uso da imaginação para satirizar a forma de progresso técnico implantados na Europa pelos norte-americanos.

 O conceito de robôs humanóides já existia antes do escritor tcheco inventar a palavra. Os primeiros registros de idéias robóticas datam de 350 a.C., do matemático Grego Arquitas de Tarento, consta que ele era amigo de Platão e que criou um pássaro mecânico chamado de “O Pombo” este pássaro detinha a capacidade de voar usando jato de ar comprimido. Mas foi Leonardo da Vinci quem fez o primeiro projeto de um robô humanóide, por volta do ano de 1495, as anotações de Leonardo descobertas em 1950, continha desenhos detalhados de um cavaleiro que aparentemente podia movimentar pernas e braços. O trabalho foi baseado em sua pesquisa da anatomia humana conhecida como Homem Vitruviano. No séc. XVII, trabalhadores japoneses criaram um autômato (“karakuri”) capaz de servir chá. Outro exemplo de criatura mecânica é o famoso pato de Jacques de Vaucanson (séc. XVIII). Esse artefato ficou conhecido pela articulação realista de partes de seu corpo, por comer, digerir e defecar automaticamente. Vaucanson construiu ainda três outras criaturas humanóides: um tocador de mandolim que batia o pé, um pianista que simulava respirar e movia a cabeça e um flautista. Esses trabalhos inspiraram outros. Pierre Jacquet-Droz e Henri-Louis, por exemplo, construíram uma criatura que simulava respirar e olhar para a audiência, para suas mãos e para a pauta musical enquanto tocava um órgão. Henri Maillardet construiu um autômato capaz de escrever em inglês e francês e desenhar uma variedade de “landscapes”.

Apesar da complexidade mecânica, esses primeiros simplesmente desempenhavam tarefas com precisão. O estado atual de desenvolvimento da robótica, porém, só começou a ser desenvolvido com a chegada da computação e da inteligência artificial. O primeiro passo nessa direção ocorreu em 1950, quando Alan Turing, no artigo “Computing machinery and intelligence”, propõe uma definição operacional de pensamento. Seu experimento, “Imitation Game” (que ficou conhecido como Teste de Turing), sugere que no lugar de perguntarmos se uma máquina pode pensar, devemos verificar se ela é capaz de passar em um teste de inteligência. Nesse teste, uma máquina é considerada inteligente se não existir diferença entre a sua conversação e a de um humano. O desafio para construir máquinas capazes de simular o comportamento cognitivo humano foi encarado por John McCarthy e Marvin Minsky ainda na mesma década. No final dos anos 50 esses cientistas fundaram o Artificial Intelligence Laboratory do MIT, o primeiro laboratório dedicado à construção de robôs e ao estudo da inteligência humana -já que entender como a mente funciona é uma parte-chave do problema que é simulá-la.

Essa história teve ciclos de sucessos e fracassos. O plano de construção de máquinas que possuem inteligência artificial se enquadra em duas abordagens principais: “AI weak” e “AI strong”. A última argumenta que máquinas inteligentes podem ser conscientes, enquanto a primeira não sustenta esse argumento. Atualmente, esse é o estado das pesquisas.

Outro projeto que merece destaque é o “Smart Dust”, desenvolvido pelo engenheiro Kris Pister e equipe, na Universidade da Califórnia (UC Berkeley). O Estudo visa à criação de robôs muito simples, mas minúsculos (cerca de 1 milímetro cúbico a unidade). Combinados aos milhares em um único “network”, eles poderão ser capazes de fazer coisas extraordinárias.

Agora, só resta saber quando será que iremos conviver com com robôs autônomos de formatos variados como humanóides, bichinhos de estimação, insetos e nanopoeiras.

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AS LEIS DA ROBÓTICA


As Três Leis da Robótica são leis que foram elaboradas pelo escritor Isaac Asimov em seu livro de ficção I, Robot (“Eu, Robô“) que dirigem o comportamento dos robôs. São elas:

  • 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
  • 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.

 O objetivo das leis, segundo o próprio Asimov, era tornar possível a existência de robos inteligentes (as leis pressupõem inteligência suficiente para distinguir o bem do mal) e que não se revoltassem contra o domínio humano. Adicionalmente, ainda segundo o próprio Asimov, as leis lhe deram o mote para um número grande de histórias, baseadas em diferentes interpretações das leis.

Quando escreveu Os Robôs do Amanhecer (1983), Asimov introduziu um Robô, chamado R. Giskard, que tinha sido de uma menina, filha de um famoso roboticista do planeta Aurora, Dr Han Falstolfe. Esta menina, a custa de “mexer” no cérebro robótico (como as crianças inteligentes geralmente fazem com seus brinquedos) acabou introduzindo em Giskard características que nem mesmo ela se dava conta. O próprio robô ocultou da menina suas faculdades especiais. É Giskard que mais tarde elabora a lei zero, mas esta lei era só dele, e de R. Daniel, e jamais se tornou de conhecimento público. Esta lei zero foi incorporada por R. Daniel aos robôs que ele mesmo construiu (inclusive uma robô-mulher com quem Seldon viveu).

A ‘Lei Zero’:um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por inacção, permitir que ela sofra algum mal. Desse modo, o bem da humanidade é primordial ao dos indivíduos.

A chamada lei zero, porém, tem o sério problema de transferir ao robô o poder (possibilidade) de avaliar, diante das situações concretas, se o interesse da humanidade se sobrepõe ao interesse individual. Tal possibilidade abre uma perigosa brecha para a ditadura das máquinas, que elegeriam por si qual é o bem maior, sendo-lhe permitido, inclusive, fazer o mal a um ser humano (indivíduo), caso entendam que isso é melhor para a humanidade.

LELINO PONTES (Robótica Educacional)


Este blog é destinado a todas as pessoas que gostam de Robótica e profissionais de educação que queiram aprender a fazer projetos educacionais usando robôs, ou seja,  aprender a fazer um projeto de Robótica Educacional (RE). Também praticamos a robótica social que é o foco principal do nosso projeto e estamos sempre a espera de sua ajuda para manter este projeto funcionando.

This blog is intended for those people who like robotics and education professionals who want to learn how to make projects using educational robots, or learn how to make a project of Educational Robotics (ER). Also practice the social robotics that is the main focus of our project and we are always waiting for your help to keep this project going.

Este blog está destinado a aquellas personas que les gusta la robótica y profesionales de la educación que quieren aprender a hacer proyectos que utilizan robots educativos, o aprender a hacer un proyecto de Robótica Educativa (ER). También la práctica de la robótica social, que es el foco principal de nuestro proyecto y siempre estamos esperando tu ayuda para que este proyecto siga adelante.

As postagens protegidas são planos para aulas de robótica educacional utilizando  o lego NXT 2.0, em sua maioria, (exemplo na postagem velocidade escalar instantânea e média) e  arduino, assim como várias montagens (exemplo na postagem robô com esteira) e programações ( exemplo na postagem programando robô com esteira) para este kit de robótica.  O conteúdo das  postagens protegidas estão a venda e sua negociação será realizada através do e-mail a baixo.

Para maiores informações e contatos:

E-mail: proflelinorobotica@gmail.com

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